Deveria ser um dos objetivos do ensino desenvolver de forma integral o educando preparando-o para o exercício pleno da cidadania. Mas, o que vemos é uma discrepância entre o que se objetiva e o que é praticado, tendo em vista que a escola muitas vezes não possui uma estrutura adequada ou não têm profissionais qualificados para tal. Isso provoca um prejuízo social porque perdemos a possibilidade de formar pessoas com grau de criticidade.
Trabalhar a matemática com significados é acreditar que esta tem enquanto componente curricular que contribuir para o desenvolvimento holístico do educando, tornando-o um ser crítico, preparado para o exercício pleno da cidadania.
terça-feira, 6 de julho de 2010
O PROCESSO EDUCATIVO.
O processo educativo é muito complexo, pois, educar exige muito mais do que saberes específicos da disciplina que se pretende ministrar. Segundo Pires (2001), existem algumas competências básicas para a formação do professor de matemática, dentre elas destacamos: Competência referente ao comprometimento com os valores da sociedade democrática, Competência referente à compreensão do papel social da escola, Competência referente ao domínio dos conteúdos a serem socializados e de seus significados em diferentes contextos, Competência referente ao domínio do conhecimento pedagógico, Competência referente ao conhecimento do processo de investigação que possibilitem o aperfeiçoamento da prática pedagógica, Competência específica de um professor de matemática, dentre outras.
Para Saviani (1996), há alguns saberes necessários na formação do professor, em particular o professor de matemática, que está muito relacionado com as competências discriminadas por Pires (2001), assim, de forma resumida, apresentaremos abaixo, esses saberes: Saber Atitudinal, Saber crítico-contextual, Saber específicos, Saber pedagógico e o Saber didático-curricular.
ttps://registration2.services.openoffice.org/RegistrationWeb/OpenOffice.org/default/en_US/register-login.jsp
Para Saviani (1996), há alguns saberes necessários na formação do professor, em particular o professor de matemática, que está muito relacionado com as competências discriminadas por Pires (2001), assim, de forma resumida, apresentaremos abaixo, esses saberes: Saber Atitudinal, Saber crítico-contextual, Saber específicos, Saber pedagógico e o Saber didático-curricular.
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O DIREITO DE APRENDER.
Ao aluno deve ser dado o direito de aprender. Não um 'aprender' mecanico, repetitivo, de fazer sem saber o que faz e por que faz. Muito menos um 'aprender' que se esvazia em brincadeiras. Mas um aprender significativo do qual o aluno participe raciocinando, compreendendo, reelaborando o saber historicamente produzido e superando, assim, sua visão ingênua, fragmentada e parcial da realidade.
O aluno como fonte de aprendizagem.
feições diversas.
Até o séc. XVI, acreditava-se que a capacidade de assimilação da criança era idêntica à do adulto, apenas menos desenvolvida. A criança era considerada um adulto em miniatura. Por esta razão, o ensino deveria acontecer de forma a corrigir as deficiências ou defeitos da criança. Isto era feito através da transmissão do conhecimento. A aprendizagem do aluno era considerada passiva, consistindo basicamente em memorização de regras, formulas, procedimentos ou verdades localmente organizadas. Para o professor desta escola - cujo o papel era o de transmissor e expositor de um conteúdo pronto e acabado - o uso de materiais ou objetos era considerado pura perda de tempo, uma atividade que perturbava o silêncio ou a disciplina da classe. Os poucos que os aceitavam e utilizavam o faziam de maneira puramente demonstrativa, servindo apenas de auxiliar a exposição, a visualização e memorização do aluno. Exemplos disso são: o flanelógrafo, as réplicas grandes em madeira de figuras geométricas, desenhos ou cartazes fixados nas paredes... Em síntese, estas constituem as bases do chamado "Ensino Tradicional" que existe até hoje em muitas de nossas escolas.
Até o séc. XVI, acreditava-se que a capacidade de assimilação da criança era idêntica à do adulto, apenas menos desenvolvida. A criança era considerada um adulto em miniatura. Por esta razão, o ensino deveria acontecer de forma a corrigir as deficiências ou defeitos da criança. Isto era feito através da transmissão do conhecimento. A aprendizagem do aluno era considerada passiva, consistindo basicamente em memorização de regras, formulas, procedimentos ou verdades localmente organizadas. Para o professor desta escola - cujo o papel era o de transmissor e expositor de um conteúdo pronto e acabado - o uso de materiais ou objetos era considerado pura perda de tempo, uma atividade que perturbava o silêncio ou a disciplina da classe. Os poucos que os aceitavam e utilizavam o faziam de maneira puramente demonstrativa, servindo apenas de auxiliar a exposição, a visualização e memorização do aluno. Exemplos disso são: o flanelógrafo, as réplicas grandes em madeira de figuras geométricas, desenhos ou cartazes fixados nas paredes... Em síntese, estas constituem as bases do chamado "Ensino Tradicional" que existe até hoje em muitas de nossas escolas.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
A MATEMÁTICA INFANTIL.
A importância dos jogos no ensino da Matemática vem sendo debatida há algum tempo, sendo bastante questionado o fato de a criança realmente aprender Matemática brincando e a intervenção do professor. Por isso, ao optar por trabalhar a Matemática por meio dos jogos, o professor deve levar em conta a importância da definição dos conteúdos e das habilidades presentes nas brincadeiras e o planejamento de sua ação com o objetivo de o jogo não se tornar mero lazer.
A relação entre o jogo e a Matemática constitui-se uma abordagem significativa, principalmente na Educação Infantil, pois é nesse período que as crianças devem encontrar o espaço para explorar e descobrir elementos da realidade que as cerca. A criança deve ter oportunidade de vivenciar situações ricas e desafiadoras, as quais são proporcionadas pela utilização dos jogos como recurso pedagógico.os jogos plicado à educação desenvolveu-se vagarosamente e penetrou, tardiamente, no âmbito escolar, sendo sistematizada com atraso, mas trouxe
várias contribuições.
A relação entre o jogo e a Matemática constitui-se uma abordagem significativa, principalmente na Educação Infantil, pois é nesse período que as crianças devem encontrar o espaço para explorar e descobrir elementos da realidade que as cerca. A criança deve ter oportunidade de vivenciar situações ricas e desafiadoras, as quais são proporcionadas pela utilização dos jogos como recurso pedagógico.os jogos plicado à educação desenvolveu-se vagarosamente e penetrou, tardiamente, no âmbito escolar, sendo sistematizada com atraso, mas trouxe
várias contribuições.
UMA PERSPECTIVA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA NA PRÉ-ESCOLA.
"Acredita-se que a criança constrói suas bases matemáticas pela necessidade de resolução de problemas de seu tempo, impostos pela complexidade de situações da sociedade e, como o homem dito ´primitivo´, parte de um sentido de número para uma construção abstrata deste, sendo uma construção onde o fator tempo ocupa lugar relevante."
"Para que o ser humano se relacione bem com a Matemática é necessário que faça todas as relações possíveis entre os objetos: é igual, é diferente, é maior, é menor etc. Do ponto de vista pedagógico, acreditamos ser importante que o professor leve a criança a construir todas as relações possíveis entre os objetos, nas construções do seu próprio brincar: agrupar objetos por suas semelhanças; fazer classificações simples e em série; comparar tamanhos: maior, menor, igual etc."
"Para que o ser humano se relacione bem com a Matemática é necessário que faça todas as relações possíveis entre os objetos: é igual, é diferente, é maior, é menor etc. Do ponto de vista pedagógico, acreditamos ser importante que o professor leve a criança a construir todas as relações possíveis entre os objetos, nas construções do seu próprio brincar: agrupar objetos por suas semelhanças; fazer classificações simples e em série; comparar tamanhos: maior, menor, igual etc."
a matemática hoje.
As dificuldades encontradas por alunos e professores no processo ensino-aprendizagem da matemática são muitas e conhecidas. Por um lado, o aluno não consegue entender a matemática que a escola lhe ensina, muitas vezes é reprovado nesta disciplina, ou então, mesmo que aprovado, sente dificuldades em utilizar o conhecimento "adquirido", em síntese, não consegue efetivamente ter acesso a esse saber de fundamental importância.
O professor, por outro lado, consciente de que não consegue alcançar resultados satisfatórios junto a seus alunos e tendo dificuldades de, por si só, repensar satisfatoriamente seu fazer pedagógico procura novos elementos - muitas vezes, meras receitas de como ensinar determinados conteúdos - que, acredita, possam melhorar este quadro.
O professor, por outro lado, consciente de que não consegue alcançar resultados satisfatórios junto a seus alunos e tendo dificuldades de, por si só, repensar satisfatoriamente seu fazer pedagógico procura novos elementos - muitas vezes, meras receitas de como ensinar determinados conteúdos - que, acredita, possam melhorar este quadro.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
A matemática em nosas vidas desde cedo.
A matemática é postas em nossas vidas com o intuido de descobrir e apresentar como, quando e porque se dá a aprendizagem matemática e procurar mostrar outros caminhos para estabelecer esta aprendizagem de forma verdadeira e engrandecedora para o aprendiz. É preciso demonstrar o tempo todo a necessidade de se iniciar o estudo da matemática com o conhecimento que o aluno traz consigo do seu meio social e cultural, que a ruptura brutal e/ou desprezo de seu conhecimento extra-escolar vai apenas acentuar um relacionamento de dominante e dominado entre professor e aluno e não facilitará em nada a aprendizagem.
a matemática no ensino: A importância da matemática no dia-a-dia ...
a matemática no ensino: A importância da matemática no dia-a-dia ...: "A importância da matemática no dia-a-dia dos alunos. A matemática tem sido até hoje o pavor de uma boa parte dos alunos do e..."
A importância da matemática no dia-a-dia dos alunos.
A matemática tem sido até hoje o pavor de uma boa parte dos alunos do ensino básico e até mesmo, nas faculdades, isto porque, os professores não explicam a realidade matemática aos alunos. A matemática deve ser vista como uma matéria simples e objetiva e não aterrorizante, como faz a maioria dos professores de matemática, pois, este instrumento é de valia incomensurável em todo momento da ciência humana, quer seja de saúde, de tecnologia, ou de ciências sociais. Tem-se notado que, quem rejeita a matemática, em sua maioria, o faz por ignorância do assunto e inabilidade em manuseá-la. Na matemática não existe bicho papão, existe, sim, desconhecimento de como a utilizar eficientemente, pois, onde quer que se esteja a matemática é o instrumento básico de suma importância.
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